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BAD BOYS 3 | Confira nossa análise do filme

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Geralmente fico com um pé atrás quando a sequência surge anos depois do filme anterior, onde os diretores não conseguem remeter a mesma atmosfera e tão pouco os atores. Felizmente isso não é o que acontece em Bad Boys Para Sempre, mesmo sem o comando de Michael Bay, apesar de ele aparecer no filme em uma participação no melhor estilo Stan Lee.

A pergunta que mais ouvi após assistir, foi se ele era melhor que o anterior. Bem, apesar de conseguir trazer toda a atmosfera dos filmes anteriores, além do elenco (um dos maiores acertos), esse novo filme tem uma pegada mais pessoal. Enquanto nos outros a trama tinha uma visão panorâmica, focando muitas vezes nos acontecimentos, na ação colocando a dupla protagonista no meio a toda uma situação, aqui vemos uma câmera mais próxima focando mais nos personagens.

Enquanto Marcus Burnett (Martin Lawrence) pensa em finalmente se aposentar, aproveitar sua família e o neto recém-nascido, Mike Lowery (Will Smith) parece viver ainda no passado, não se convencendo de que ele está ficando velho. Esses momentos de diálogo entre eles são sempre engraçados, pois Marcus é bem escancarado em suas opiniões, enquanto Mike procura ainda viver como um garotão.

O lema "Vivemos Juntos, Morremos Juntos. Bad Boys Para Sempre" é completamente incorporado nesse filme. Nele vemos muito mais da amizade entre os dois polícias do que nos filmes anteriores. Os valores são estampados assim como a importância que cada um tem na vida do outro. Tudo isso é levado ao extremo quando o passado de Mike surge na forma de uma tentativa de assassinato, o que o faz buscar vingança a todo custo. É nesse exato ponto que a trama ganha corpo, pois, juntando a negação da velhice de Mike e a vontade de descansar de Marcus, surge o questionamento sobre quando é a hora certa de parar. Mas antes disso eles precisam resolver esse último caso, uma última vez antes de se despedirem.

Bad Boys Para Sempre traz um elenco principal mais enxuto, mas não menos carismático. Poderia comentar sobre cada um aqui, mas gostaria apenas de destacar quem mais me surpreendeu, que foi Vanessa Hudgens. Nunca vi ela em um filme de ação, mas sua performance aqui faz parecer que ela fez isso a vida toda. Versátil e segura, sua personagem uma das melhores adições desse novo filme.

Com menos explosões (sem Michael Bay, claro), a ação não perde o ritmo. Não é nada tão grandioso como o filme anterior, mas é coerente com a proposta. Já no quesito humor, esse é de longe o mais engraçado de todos. Ri que chorei muitas vezes, e até fiquei com a bochecha doendo. Will e Martin funcionam muito bem tela, e só o carisma dos caras já pagam o ingresso.

Se você está na dúvida ou não se o filme é bom, tenha certeza que sim. Apenas o final que ficou um pouquinho apressado, que poderia ter um outro resultado se fosse trabalhado com mais calma, mas fora isso é um filmaço.

  1. trailer

  1. ficha técnica
Título original: Bad Boys For Life
Lançamento: 30 de janeiro de 2020
Duração: 2h 04min
Gênero: Ação, Comédia
Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah
Elenco: Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens
Nacionalidade Americana
Distribuidor SONY PICTURES
Ano de produção 2019


Cearense com gosto de gás! CEO do Callango Nerd, cinéfilo, crítico, redator, desenhista, designer gráfico, professor de Cearensês e Mestre Jedi na arte de fazer piada ruim.


BATMAN | Ben Affleck admite que o alcoolismo o fez abandonar o papel

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Muito se especulou e foi dito sobre a saída de Ben Affleck do papel Batman no DCU. Alguns afirmavam que havia sido por causa das críticas ao seu papel principalmente em Liga da Justiça, que o ator estava desgostoso, mas os maiores indícios eram por causa do seu estado de saúde. Ben Affleck sofre com alcoolismo, mas até o momento o ator nunca havia admitido que essa condição foi responsável pelo abandono do papel.

Durante uma entrevista ao NY Times, Affleck finalmente falou sobre o assunto,  admitindo pela primeira vez que o alcoolismo foi responsável pelo abandono precoce do papel de Batman.

Para quem acompanhou o lançamento de The Batman, lembra que inicialmente o filme teria a direção, roteiro e produção de Affleck. Isso infelizmente não aconteceu devido sua batalha contra a doença.

“Lembro de ter apresentado o roteiro de ‘The Batman’, e as pessoas falaram, ‘Nós achamos esse roteiro muito bom. Mas também achamos que a bebida irá te matar caso você decida passar por esse processo novamente.’ “

Nesse mesmo período, Affleck se divorciou de sua então esposa Jennifer Garner, o que culminou em uma recaída o levando a ser novamente internado em uma clínica de reabilitação. Depois de tudo isso veio a notícia de que ele não seria mais o Batman nos cinemas.

Particularmente tenho Batfleck como uma das melhores personificações do personagem nos cinemas. Queria muito ter visto o filme que ele planejou, e ver o desenrolar dessa história e suas consequências dentro do DCU.

Sob o comando de Matt Reeves, The Batman chegará aos cinemas em 25 de junho de 2021, tendo Robert Pattinson no papel principal. Ao que tudo indica, o filme se passará em uma realidade diferente da apresentada no DCU. Talvez o futuro da realidade do Coringa de Joaquin Phoenix, quem sabe? É esperar para ver.

Cearense com gosto de gás! CEO do Callango Nerd, cinéfilo, crítico, redator, desenhista, designer gráfico, professor de Cearensês e Mestre Jedi na arte de fazer piada ruim.


BATMAN | Continuação da Série Animada será lançada em formato HQ!

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Isso mesmo, a consagrada animação dos anos 90 está voltando pelas mãos de Paul Dini e Alan Burnett, mas não será uma animação. 

Ty Templeton também está como desenhista nessa nova aventura, autor de várias obras inspiradas na clássica animação estará fazendo companhia a Dini e Burnett. 

Batman: The Adventures Continue, como é denominada a nova produção, virá como uma mini série de HQs com seis edições, que será lançada online em abril e em maio em sua versão impressa. O enredo ocorrerá anos antes de Batman do Futuro: O Retorno do Coringa (Batman Beyond: Return of the Joker - 2000). 

Dini revelou também que serão introduzidos novos personagens que não aparecem nas séries animadas, como o segundo Robin Jason Todd, Azrael e o Exterminador. 

Entrevistado pela Entertainment Weekly revelou: 

“Passamos de Dick Grayson a Tim Drake e deixamos o Jason Todd de fora. O que estamos fazendo com isso é encarar como uma chance de voltar e realmente reconhecer que isso fazia parte da história do Batman. Pela primeira vez, você verá essa história e o que aconteceu nesse relacionamento. Então, é nossa chance de trazer não só Jason Todd, mas também o Capuz Vermelho. Existem outros personagens como Azrael, que era popular nos quadrinhos por volta da época do show, e o Exterminador, que nunca usamos na série animada”, completou Dini. 

Dini e Templeton prometeram uma sub-trama bem intensa ao controverso Azrael, e envolverá um novo e misterioso personagem que estudou a fundo toda a Bat-Família. Também teremos a volta misteriosa de Lex Luthor, logo na primeira edição e Bruce Wayne vai enfrentar um robô gigante... Estou anciloso. 

Esta série animada para muitos fãs, é a versão definitiva do Cavaleiro das Trevas. Ao longo de seus 85 episódios de quase 25 minutos cada foi lançado em 5 de setembro de 1992 e seu episódio final em 15 de setembro de 1995, contava com a batuta de Bruce Timm, Paul Dini e Alan Burnett, que conseguiram mostrar um lado mais sombrio de um novo Batman que pegou carona da Batmania de 1989, com o filme do herói feito Tim Burton. Mas não foi só isso, foi um marco na origem de novos personagens importantes até hoje em todo o universo do Mocegão como, a Arlequina e Renee Montoya, personagens que estão no novo filme nos cinemas em “Arlequina em Aves de Rapina”. 

Essa animação estabeleceu um novo universo para Warner/DC de animações como a série animada do Superman, As Novas Aventuras do Batman, Batman do Futuro (Batman Beyond), Liga da Justiça, Liga da Justiça Sem Limites e sem falar de filmes, como Batman: A Máscara do Fantasma, que usava os mesmos moldes da série animada. 

Kevin Conroy foi o dublador que deu vida ao Batman/Bruce Wayne, que a pouco tempo personificou Bruce Wayne em “Crise nas Infinitas Terras”, o crosover que reuniu as séries atuais dos heróis da DC/Wanner. Quem personificou o grandioso Coringa foi o mestre Jedi, Mark Hamil que até hoje é tido como uma das mais requisitadas personificações do vilão inclusive nos games. 

No Brasil Batman teve a voz do veterano Marcio Seixa, que até hoje é marcado pela atuação, e o Coringa teve a voz do saudoso Darci Pedrosa.
  1. galeria
Batman Séries Animada HQ


Multimídia, Ilustrador e Mestre Supremo nas Artes Quadrinisticas e Nerdológicas.


SONIC - O FILME | Confira nossa análise

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A maioria dos fãs entusiasmados com o filme vai lembrar que muita expectativa foi gerada durante e após o embaraço da primeira versão em animação do Sonic exibida pelos produtores. O problema, a partir da pressão do público desgostoso com o que viu, foi corrigido. Mas isso gerou outro problema... O trailer que se seguiu parece ter tido mais interesse em mostrar que o conserto na aparência do Sonic foi bem sucedido, selecionando muitas cenas do personagem em situações variadas, do que em mostrar outros elementos empolgantes da trama, e até de outros personagens importantes, como Ivo Robotnik, que talvez seriam bem mais interessantes para atrair o público antes da estreia. 

Por esse motivo, a apresentação do trailer, mesmo com o ânimo de ver o Sonic corrigido, não consegue convidar para o filme como deveria, e mesmo os fãs apaixonados pelos jogos e pelo desenho podem ter uma sensação – como eu tive – de que o filme pode(ria) ser decepcionante. Felizmente, o filme se sai muito melhor do que o trailer faz parecer, e a crítica da imprensa pode compensar o desastre (aos que têm interesse, aconselho assistir ao filme desconsiderando o trailer. Vá direto ao cinema, talvez a experiência seja mais agradável sem essa sensação inicial).

Na trama, Sonic (Ben Schwartz) é obrigado a sair de seu planeta natal ainda criança para sobreviver, pois seus poderes extraordinários estavam chamando muita atenção e criaturas malignas tentaram matá-lo (nem isso o trailer conseguiu deixar claro, confundindo tudo, fazendo parecer que sua missão era salvar alguma coisa que não ele mesmo). O lugar escolhido por sua protetora foi o planeta Terra. 

Então, o querido ouriço azul aligeirado passa dez anos em completo anonimato numa cidadezinha interiorana dos EUA, até ser descoberto acidentalmente quando perde o controle e causa uma explosão que faz derrubar toda a energia em todo o noroeste do Pacífico. Ninguém menos do que Dr. Ivo Robotnik (Jim Carrey) é designado para investigar os acontecimentos e tem-se início uma caçada a Sonic, que precisa da ajuda de Tom Wachowski (James Marsden) para sobreviver e conseguir recuperar seus anéis mágicos (que abrem portais) e fugir da Terra, já que seu anonimato foi comprometido.

Ainda não conheço a versão dublada, mas o original traz um belíssimo desempenho de Ben Schwartz, que vive o personagem na medida certa não parecer infantil demais, de maneira que pudesse restringir o foco a esse público. Mais alegre, extrovertido e entusiasmado que a versão dos desenhos, o Sonic de Schwartz consegue ser envolvente e encantar os fãs com um conjunto de características suficiente para agradar os que estavam com saudade e conquistar novos públicos, sobretudo o infantil (mas o que é ser criança, né?).

Sob direção de Jeff Fowler, é uma boa produção, que traz efeitos visuais bastante interessantes, personagens bem construídos e cenas de ação interessantes, além da milagrosa – necessária – correção na aparência de Sonic após a polêmica da primeira versão. A trilha sonora de Junkie XL (Alita - Anjo de Combate, 2019) é muito bem desenhada para dar vida a cada cena e temperada com elementos temáticos clássicos dos jogos do personagem, aumentando a nostalgia de quem era viciado nos jogos do ouriço desde os anos 90 e dando uma primeira experiência agradável para quem vai conhecer o Sonic a partir dos filmes. 

Infelizmente, como nem tudo é perfeito, não poderia deixar de mencionar que, apesar do bom desempenho geral, há problemas no roteiro que não o permitem alcançar uma classificação de filme excepcional do gênero: há um investimento um pouco exagerado com o status de “filme família” que compromete a experiência do público mais exigente... pesando a mão em situações e comportamentos clichês demais, típicos de sessão da tarde. Mas os prejuízos do tipo são relativizados e toleráveis em razão do carisma de Sonic e a excentricidade de Dr. Robotnik, reinventado por Jim Carrey com um ar de gênio do crime bastante performático com as tradicionais caras e bocas do ator, menos “grave”, mas não menos perigoso que o Eggman dos desenhos.

(Curiosidade: há uma espécie de correção ética no filme, quando Sonic justifica o apelido “Eggman”, ou a versão “cabeça de ovo”, pelo formato dos drones de Robotnik, e não por sua cabeça raspada, já que Robotnik ainda nem é careca nesse primeiro encontro entre os dois – Sim, pelas duas cenas pós-créditos, decididamente haverá mais encontros!!. A decisão é claramente pra evitar bullying entre o público infantil, então tudo bem, que seja). 

De modo geral, é um bom filme para início de franquia, que mesmo não apresentando conteúdo suficiente para ser qualificado um dos melhores da atualidade, não decepciona no propósito de ser um filme para assistir com os filhos, entretenimento e encanto para duas gerações. Dá pra assistir a qualquer hora, só ou com a família, e se divertir bastante em ambos os casos. Dica: espere os pós-créditos! São duas cenas intercaladas. Muita coisa ainda vem por aí!! 

  1. Trailer

  1. Ficha técnica
Título original: Sonic the Hedgehog.
Direção: Jeff Fowler.
Elenco: Ben Schwartz, Jim Carrey, James Marsden, Tika Sumpter, Neal McDonough, Adam Pally.
Roteiro: Joshua Miller.
Produção: Neal H. Moritz, Toby Ascher.
Trilha sonora: Junkie XL.
Duração: 1h 40m.
Estreia no Brasil: 13/02/2020.
Empresas envolvidas: Sony Pictures, Maza Animation, Original Films, SEGA, Paramount Animation/Pictures.

Professor de música, semioticista, crítico de cinema, comedor de cuscuz e ouvidor de baião.


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