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O DOUTRINADOR | Conheça a trajetória do anti-herói brasileiro

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Tudo começa a partir de uma ideia, e foi assim que em 2008 Luciano Cunha, diante de sua indignação pela classe politica brasileira, começou rabiscar esboços e matutar conceitos sobre um personagem que poderia resolver tudo isso na marra. Inicialmente o personagem ganhou o nome de O Vigilante, mas era algo que não tinha sido do agrado do quadrinista, tanto o nome quanto o visual de cara limpa, então o projeto foi engavetado. Durante dois anos, Luciano amadureceu suas ideias, e voltou a desenhar já pensando em apresentar o projeto para alguma editora. Mesmo a história sendo muito boa, as editoras tinham medo de publicar o conteúdo, então o projeto foi engavetado novamente.

A indignação com a classe politica continuava na mente de Luciano, além da vontade de voltar a desenhar. Impulsionado por amigos, Luciano decidiu tirar seu personagem da gaveta. Voltando com força total, ganhando um novo nome e um novo visual. Assim nasceu O Doutrinador, um justiceiro com uma máscara de gás. Sério, isso ficou foda.

Luciano resolveu publicar seu trabalho gratuitamente no Facebook, onde ganhou mais e mais fãs. Eu fui um deles. Mas foi durante os protestos de 2013 que o Doutrinador ficou famoso, e  isso chamou atenção de pessoas que poderiam enfim dar o tão merecido reconhecimento dessa magnifica obra.
Sempre fui um leitor voraz de histórias em quadrinhos e acabei criando o personagem, em 2008, só para manifestar minha indignação a respeito da roubalheira na política brasileira. Mas, em 2013, decidi compartilhá-lo nas redes sociais, tornando-o público. E as pessoas se identificaram.
O quadrinho acompanha a história de um ex-militar altamente treinado chamado Miguel, que após uma tragédia pessoal e movido pela indignação contra a classe politica brasileira, põe em prática um plano de extermínio daqueles que roubam a nossa nação. Políticos, empresários, empreiteiros e quem mais tiver o rabo preso. Devidos seus ataques, o anti-herói ganha fama nos jornais onde é nominado como 'O Doutrinador'.


O Doutrinador teve três encadernados que ganharam uma edição especial de capa dura, lançado na CCXP do ano passado. O quadrinho conta com uma arte excelente, ótimos traços, ambientação e trabalho de pintura. Realmente é um trabalho de qualidade para ninguém botar defeito. A narrativa flui de forma eficaz, apresentando reflexões importantes sobre a situação do nosso país para o leitor. Quem curte 'V de Vingança', vai gostar bastante.
Errei em achar que a simbologia de explodir o Congresso faria alguma diferença… Quando se tem uma dúzia de pessoas controlando a mídia de toda uma nação, a palavra democracia se torna, na maioria das vezes, uma mera etiqueta. Por isso, como aqui um escândalo abafa outro, muita gente esqueceu que o Congresso tinha sofrido um atentado...
É empolgante ver o desfecho de cada empreitada dele, e suas frases durante todo esse processo.

Um super soldado num país sem guerras… E vem a revolta, a indignação. Ele ganha as ruas e inicia sua missão: aniquilar os corruptos que sugam nosso país. Ele é adorado. Ele é perseguido. Mas este homem tem um propósito, um milagre a conceber. Ninguém será poupado.
Eu continuo aqui lutando essa guerra sozinho… Não tenho mais paciência para procurar por paz de espírito… Todo dia um novo escândalo de corrupção me torna mais frio…
Luciano Cunha roteirizou, desenhou e produziu tudo, tendo sempre em mente a realização de um sonho. Imagino a euforia ele de ver sua obra ganhando seu reconhecimento e virando um trabalho cinematográfico. Conheci o Doutrinador pelo Facebook, e gostei bastante, até chegar o dia em que me deparei com a notícia de que ele ganharia uma adaptação cinematográfica e uma série pelo canal Space.

Vejo muita gente consumindo quadrinhos estrangeiros, e esquecem que no Brasil tem sim quadrinhos de qualidade. Acredito que O Doutrinador abrirá portas para que tantos outros possam ganhar seu reconhecimento e adaptações cinematográficas. Espero de verdade o trabalho do diretor Gustavo Bonafé, produzido pela Paris Entretenimento e a Downtown Filmes possam honrar essa obra.

O Doutrinador chegará aos cinemas no dia 6 de setembro de 2018, já em 2019, será lançada a série. Gustavo Bonafé continuará na direção, e Fabio Mendonça comandará alguns episódios. Kiko Pissolato dará vida ao nosso anti-herói, e o elenco conta ainda com Du Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis e Tuca Andrada.

Os roteiros tanto do cinema como da tv, são distintos, mas complementares. Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lages, Gabriel Wainer, além do próprio Luciano Cunha e Denis Nielsen.



Tudo começa a partir de uma ideia, e foi assim que em 2008 Luciano Cunha, diante de sua indignação pela classe politica brasileira, começou rabiscar esboços e matutar conceitos sobre um personagem que poderia resolver tudo isso na marra. Inicialmente o personagem ganhou o nome de O Vigilante, mas era algo que não tinha sido do agrado do quadrinista, tanto o nome quanto o visual de cara limpa, então o projeto foi engavetado. Durante dois anos, Luciano amadureceu suas ideias, e voltou a desenhar já pensando em apresentar o projeto para alguma editora. Mesmo a história sendo muito boa, as editoras tinham medo de publicar o conteúdo, então o projeto foi engavetado novamente.

A indignação com a classe politica continuava na mente de Luciano, além da vontade de voltar a desenhar. Impulsionado por amigos, Luciano decidiu tirar seu personagem da gaveta. Voltando com força total, ganhando um novo nome e um novo visual. Assim nasceu O Doutrinador, um justiceiro com uma máscara de gás. Sério, isso ficou foda.

Luciano resolveu publicar seu trabalho gratuitamente no Facebook, onde ganhou mais e mais fãs. Eu fui um deles. Mas foi durante os protestos de 2013 que o Doutrinador ficou famoso, e  isso chamou atenção de pessoas que poderiam enfim dar o tão merecido reconhecimento dessa magnifica obra.
Sempre fui um leitor voraz de histórias em quadrinhos e acabei criando o personagem, em 2008, só para manifestar minha indignação a respeito da roubalheira na política brasileira. Mas, em 2013, decidi compartilhá-lo nas redes sociais, tornando-o público. E as pessoas se identificaram.
O quadrinho acompanha a história de um ex-militar altamente treinado chamado Miguel, que após uma tragédia pessoal e movido pela indignação contra a classe politica brasileira, põe em prática um plano de extermínio daqueles que roubam a nossa nação. Políticos, empresários, empreiteiros e quem mais tiver o rabo preso. Devidos seus ataques, o anti-herói ganha fama nos jornais onde é nominado como 'O Doutrinador'.


O Doutrinador teve três encadernados que ganharam uma edição especial de capa dura, lançado na CCXP do ano passado. O quadrinho conta com uma arte excelente, ótimos traços, ambientação e trabalho de pintura. Realmente é um trabalho de qualidade para ninguém botar defeito. A narrativa flui de forma eficaz, apresentando reflexões importantes sobre a situação do nosso país para o leitor. Quem curte 'V de Vingança', vai gostar bastante.
Errei em achar que a simbologia de explodir o Congresso faria alguma diferença… Quando se tem uma dúzia de pessoas controlando a mídia de toda uma nação, a palavra democracia se torna, na maioria das vezes, uma mera etiqueta. Por isso, como aqui um escândalo abafa outro, muita gente esqueceu que o Congresso tinha sofrido um atentado...
É empolgante ver o desfecho de cada empreitada dele, e suas frases durante todo esse processo.

Um super soldado num país sem guerras… E vem a revolta, a indignação. Ele ganha as ruas e inicia sua missão: aniquilar os corruptos que sugam nosso país. Ele é adorado. Ele é perseguido. Mas este homem tem um propósito, um milagre a conceber. Ninguém será poupado.
Eu continuo aqui lutando essa guerra sozinho… Não tenho mais paciência para procurar por paz de espírito… Todo dia um novo escândalo de corrupção me torna mais frio…
Luciano Cunha roteirizou, desenhou e produziu tudo, tendo sempre em mente a realização de um sonho. Imagino a euforia ele de ver sua obra ganhando seu reconhecimento e virando um trabalho cinematográfico. Conheci o Doutrinador pelo Facebook, e gostei bastante, até chegar o dia em que me deparei com a notícia de que ele ganharia uma adaptação cinematográfica e uma série pelo canal Space.

Vejo muita gente consumindo quadrinhos estrangeiros, e esquecem que no Brasil tem sim quadrinhos de qualidade. Acredito que O Doutrinador abrirá portas para que tantos outros possam ganhar seu reconhecimento e adaptações cinematográficas. Espero de verdade o trabalho do diretor Gustavo Bonafé, produzido pela Paris Entretenimento e a Downtown Filmes possam honrar essa obra.

O Doutrinador chegará aos cinemas no dia 6 de setembro de 2018, já em 2019, será lançada a série. Gustavo Bonafé continuará na direção, e Fabio Mendonça comandará alguns episódios. Kiko Pissolato dará vida ao nosso anti-herói, e o elenco conta ainda com Du Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis e Tuca Andrada.

Os roteiros tanto do cinema como da tv, são distintos, mas complementares. Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lages, Gabriel Wainer, além do próprio Luciano Cunha e Denis Nielsen.


O DOUTRINADOR | Novo video mostra perseguição ao anti-herói brasileiro

O DOUTRINADOR | Novo video mostra perseguição ao anti-herói brasileiro

O DOUTRINADOR

Vídeo que acaba de ser divulgado mostra o anti-herói brasileiro, conhecido como “O Doutrinador” em fuga. Surpreendido quando estava prestes a alcançar mais um alvo, o vigilante que caça corruptos tem de correr para não ser pego pelo policial federal Edu (Samuel de Assis). Altamente preparados para situações de enfrentamento, os dois protagonizam uma das cenas de ação do longa que estreia em 1º de novembro.

Assista:


O personagem das HQs, criado por Luciano Cunha, é interpretado por Kiko Pissolato. No elenco também estão Eduardo Moscovis, Natália Lage, Helena Ranaldi, Carlos Betão e Tuca Andrada, entre outros.

Além do longa, que chega em 1º de novembro aos cinemas brasileiros, “O Doutrinador” será transformado em uma série de TV, exibida pelo canal Space em 2019. Com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça, o filme e a série foram criados por Cunha e Gabriel Wainer, que também participaram das mesas de roteiro, assinado por Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen e Guilherme Siman. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.

Sinopse
“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.
O Doutrinador
O DOUTRINADOR

Vídeo que acaba de ser divulgado mostra o anti-herói brasileiro, conhecido como “O Doutrinador” em fuga. Surpreendido quando estava prestes a alcançar mais um alvo, o vigilante que caça corruptos tem de correr para não ser pego pelo policial federal Edu (Samuel de Assis). Altamente preparados para situações de enfrentamento, os dois protagonizam uma das cenas de ação do longa que estreia em 1º de novembro.

Assista:


O personagem das HQs, criado por Luciano Cunha, é interpretado por Kiko Pissolato. No elenco também estão Eduardo Moscovis, Natália Lage, Helena Ranaldi, Carlos Betão e Tuca Andrada, entre outros.

Além do longa, que chega em 1º de novembro aos cinemas brasileiros, “O Doutrinador” será transformado em uma série de TV, exibida pelo canal Space em 2019. Com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça, o filme e a série foram criados por Cunha e Gabriel Wainer, que também participaram das mesas de roteiro, assinado por Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen e Guilherme Siman. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.

Sinopse
“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.
O Doutrinador

HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO | Animação da Sony Pictures, divulga clipe oficial da música “Sunflower”

HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO | Animação da Sony Pictures, divulga clipe oficial da música “Sunflower”


Os cantores de sucesso internacional Post Malone & Swae Lee assinam o primeiro single da trilha sonora.

A Sony Pictures e a Republic Records juntaram-se pela primeira vez para criar uma antologia musical contemporânea para o filme. A trilha sonora vai abranger diversos gêneros incluindo Hip Hop, Pop e Música Latina.

“Homem-Aranha: No Aranhaverso” apresenta a história do adolescente do Brooklyn, Miles Morales, e as infinitas possibilidades do Aranhaverso, onde mais de um pode usar a máscara. O longa tem roteiro de Phil Lord e é dirigido por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. No Brasil o filme tem previsão de estreia para 10 de janeiro de 2019.



Os cantores de sucesso internacional Post Malone & Swae Lee assinam o primeiro single da trilha sonora.

A Sony Pictures e a Republic Records juntaram-se pela primeira vez para criar uma antologia musical contemporânea para o filme. A trilha sonora vai abranger diversos gêneros incluindo Hip Hop, Pop e Música Latina.

“Homem-Aranha: No Aranhaverso” apresenta a história do adolescente do Brooklyn, Miles Morales, e as infinitas possibilidades do Aranhaverso, onde mais de um pode usar a máscara. O longa tem roteiro de Phil Lord e é dirigido por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. No Brasil o filme tem previsão de estreia para 10 de janeiro de 2019.


O PRIMEIRO HOMEM | Vale ou não a pena assistir? Leia nossa resenha

O PRIMEIRO HOMEM | Vale ou não a pena assistir? Leia nossa resenha


Título original: First Man
Data de lançamento: 18 de outubro de 2018 (2h 22min)
Direção: Damien Chazelle
Elenco: Ryan Gosling, Claire Foy, Jason Clarke
Gêneros: Drama, Biografia
Distribuidor: UNIVERSAL PICTURES
Nacionalidade: EUA

Com os premiados 'Whiplash' e 'La La Land', o cineasta Damien Chazelle, assumiu uma missão bem diferente ao comandar um filme espacial.
Olha… o resultado obtido, pode fazer com que 'O Primeiro Homem' seja sua próxima obra a disputar o Oscar.

Se afastando um pouco do mundo da música, Chazelle não deixa de lado uma de suas principais características, ao abordar de forma próxima e pessoal, a história de mais um protagonista focado, ambicioso que não desiste de seus sonhos.

Ryan Gosling, que estrelou La La Land, volta a trabalhar com o diretor. Agora, encarnando ninguém menos que Neil Armstrong, astronauta conhecido por ser o primeiro homem a pisar na Lua. Assim como o próprio título do filme diz, o foco não é a viagem a Lua, e sim o homem por trás do astronauta. Sua jornada, sua carreira como engenheiro, mas principalmente sua vida pessoal, família, e seus temores.

De todos os desafios do diretor, o maior deles foi tornar uma história que todos conhecem e sabem como irá terminar, em algo cativante e interessante. Não apenas contando a história, mas se preocupando em como contar ela. O trabalho de montagem de Tom Cross e de fotografia Linus Sandgren, cria toda uma atmosfera sonora e visual, sendo capaz de nos levar para aquela época. Nos colocando dentro da história, e por muitas vezes, nos fazendo experimentar um pouco da sensação de estar dentro de um foguete. Isso é simplesmente fantástico, me senti lá, mesmo não estando.

O trabalho de fotografia de Sandgren, da ainda mais essa sensação de proximidade, focando quase sempre nos olhos dos personagens. Isso ajuda a dar mais dramaticidade e emoção. Principalmente nas cenas de Claire Foy na pele da esposa de Neil, que simplesmente rouba a cena. Claire mostra uma esposa dedicada, que tenta manter um ambiente familiar estável, diante do fato de seu marido estar em uma jornada pode lhe tirar a vida a qualquer momento.

Ryan Gosling faz um ótimo trabalho, transmitindo toda a emoção, e frieza necessária para assumir uma missão tão perigosa. É através dele que podemos compreender de forma pessoal o que é ser um astronauta. Não é apenas um cara que do nada decidiu ir para o espaço, mas um pai, um marido, um amigo, um homem que perseguiu seus sonhos, e enfrentou todas as adversidades para isso.

Diferente de muitos outros filmes com a temática espacial, aqui podemos ver um foco maior na parte interna dos foguetes. Isso possibilita uma verdadeira sensação de como é estar lá dentro, sem a necessidade de uma sala 4D. Existem as cenas externas, é claro, mas o foco aqui é mostra o quão louco é tudo isso. É fácil olhar de fora um foguete subindo e se lançando no infinito, mas ver do lado de dentro, e sentir toda a tenção e o perigo, é outro nível, algo muito louco.

Respondendo à pergunta título do post, sim, vale e muito a pena assistir. O Primeiro Homem é simplesmente fantástico. É uma obra sobre desbravamento, sobre sonhos, sobre sentimentos, sobre alcançar o impossível, mas tudo isso, visto do lado de dentro. Damien Chazelle não nos conta a história, ele nos faz participar dela.



Título original: First Man
Data de lançamento: 18 de outubro de 2018 (2h 22min)
Direção: Damien Chazelle
Elenco: Ryan Gosling, Claire Foy, Jason Clarke
Gêneros: Drama, Biografia
Distribuidor: UNIVERSAL PICTURES
Nacionalidade: EUA

Com os premiados 'Whiplash' e 'La La Land', o cineasta Damien Chazelle, assumiu uma missão bem diferente ao comandar um filme espacial.
Olha… o resultado obtido, pode fazer com que 'O Primeiro Homem' seja sua próxima obra a disputar o Oscar.

Se afastando um pouco do mundo da música, Chazelle não deixa de lado uma de suas principais características, ao abordar de forma próxima e pessoal, a história de mais um protagonista focado, ambicioso que não desiste de seus sonhos.

Ryan Gosling, que estrelou La La Land, volta a trabalhar com o diretor. Agora, encarnando ninguém menos que Neil Armstrong, astronauta conhecido por ser o primeiro homem a pisar na Lua. Assim como o próprio título do filme diz, o foco não é a viagem a Lua, e sim o homem por trás do astronauta. Sua jornada, sua carreira como engenheiro, mas principalmente sua vida pessoal, família, e seus temores.

De todos os desafios do diretor, o maior deles foi tornar uma história que todos conhecem e sabem como irá terminar, em algo cativante e interessante. Não apenas contando a história, mas se preocupando em como contar ela. O trabalho de montagem de Tom Cross e de fotografia Linus Sandgren, cria toda uma atmosfera sonora e visual, sendo capaz de nos levar para aquela época. Nos colocando dentro da história, e por muitas vezes, nos fazendo experimentar um pouco da sensação de estar dentro de um foguete. Isso é simplesmente fantástico, me senti lá, mesmo não estando.

O trabalho de fotografia de Sandgren, da ainda mais essa sensação de proximidade, focando quase sempre nos olhos dos personagens. Isso ajuda a dar mais dramaticidade e emoção. Principalmente nas cenas de Claire Foy na pele da esposa de Neil, que simplesmente rouba a cena. Claire mostra uma esposa dedicada, que tenta manter um ambiente familiar estável, diante do fato de seu marido estar em uma jornada pode lhe tirar a vida a qualquer momento.

Ryan Gosling faz um ótimo trabalho, transmitindo toda a emoção, e frieza necessária para assumir uma missão tão perigosa. É através dele que podemos compreender de forma pessoal o que é ser um astronauta. Não é apenas um cara que do nada decidiu ir para o espaço, mas um pai, um marido, um amigo, um homem que perseguiu seus sonhos, e enfrentou todas as adversidades para isso.

Diferente de muitos outros filmes com a temática espacial, aqui podemos ver um foco maior na parte interna dos foguetes. Isso possibilita uma verdadeira sensação de como é estar lá dentro, sem a necessidade de uma sala 4D. Existem as cenas externas, é claro, mas o foco aqui é mostra o quão louco é tudo isso. É fácil olhar de fora um foguete subindo e se lançando no infinito, mas ver do lado de dentro, e sentir toda a tenção e o perigo, é outro nível, algo muito louco.

Respondendo à pergunta título do post, sim, vale e muito a pena assistir. O Primeiro Homem é simplesmente fantástico. É uma obra sobre desbravamento, sobre sonhos, sobre sentimentos, sobre alcançar o impossível, mas tudo isso, visto do lado de dentro. Damien Chazelle não nos conta a história, ele nos faz participar dela.


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