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OS CAVALEIROS DO ZODÍACO | Netflix anuncia data de estreia dos episódios clássicos!

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Agora dei valor. Após meses de rumores, e a estreia da 'Os Cavaleiros do Zodíaco A Saga de Hades' na Netflix, finalmente foi confirmado que o serviço streaming trará também a série clássica, de 1986.

Já é possível ver no catálogo da o anúncio da estreia dos episódios que com data marcada para 15 de outubro.

Além dos episódios clássicos anunciados, a Netflix também disponibiliza Lost Canvas e a primeira (e horrível) temporada da nova animação de produção original.

Cearense com gosto de gás! CEO do Callango Nerd, cinéfilo, crítico, redator, desenhista, designer gráfico, professor de Cearensês e Mestre Jedi na arte de fazer piada ruim.


ANGRY BIRDS 2 | Vale ou não a pena assistir?

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Após o sucesso do primeiro filme, já disponível na Netflix, uma sequência seria inevitável. Angry Birds 2 segue com uma proposta bem sucedida de arrancar gargalhadas do público com a batalha “mortal” entre pássaros e porcos, baseado no game homônimo para smartphones. Por incrível que pareça, essa é uma das melhores adaptações cinematográficas de game já feita.

Após sair do anonimato, Red segue mantendo seu posto de protetor da Ilha dos Pássaros. Dia após dia, Red se depara com as provocações e ataques dos porcos, e é seu dever de herói trazer a paz. Porém, um novo inimigo surge fazendo com que os porcos iniciem um pedido de trégua. O perigo vem de uma terceira ilha, a Ilha dos Gaviões. Além da diversão e do humor caprichado, Angry Birds 2 conta com uma mensagem importante. Red era um pássaro ignorado por todos no primeiro filme. Criticado por ser o único a ver maldade nos visitantes suínos, que aparentemente só estavam trazendo coisas boas. Lá ele usou toda a sua desconfiança e temperamento difícil ao seu favor, provando que os porcos eram impostores, e se tornando o herói da Ilha ao combater e expulsar os inimigos. Red enfim se tornou alguém, ele tinha agora uma importância, um dever, uma missão diária a cumprir. Isso tudo inflava seu ego. Porém, a repentina trégua exigida pelos porcos fez com que ele temesse que com o fim da rivalidade, sua funcionalidade perdesse o sentido, e ele voltaria ao anonimato. Pressionado a unir forças com os porcos para salvar ambas as ilhas da destruição, Red aprende na marra do trabalho em equipe, da amizade e união. Uma mensagem importante para não apenas para as crianças, como para os adultos também.

Admiro bastante filmes infantis que utilizam de toda a alegoria da animação, do humor e diversão para ensinar valores para nossas crianças.

Angry Birds 2 é um filme muito bem feito, com uma animação linda de se ver. Contém assim como o primeiro filme, conta com uma playlist fantástica que se encaixa perfeitamente nas cenas.

Respondendo a pergunta título do post, vale a pena sim! Se você deseja ver um bom filme com seus filhos, vá assistir Angry Birds 2, e você tanto não irá se arrepender como indicará para outras pessoas, assim como estou fazendo agora.

  1. Trailer

  1. Informações
Título Original: Angry Birds 2
Data de lançamento: 3 de outubro de 2019 (1h 37min)
Direção: Thurop Van Orman
Elenco: Marcelo Adnet, Fábio Porchat, Monica Rossi
Gêneros: Animação, Comédia
Nacionalidade: EUA

Cearense com gosto de gás! CEO do Callango Nerd, cinéfilo, crítico, redator, desenhista, designer gráfico, professor de Cearensês e Mestre Jedi na arte de fazer piada ruim.


JOKER | Confira nossa segunda análise SEM SPOILER

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Em meio a tantas produções adiadas, e outras engavetadas, a Warner decidiu produzir algo fora dos planos. De repente Joker surgiu com diretor, produtor, elenco e data de filmagens confirmadas. Afinal, o que fez a Warner encabeçar algo tão ousado? A resposta é a própria ousadia.

Estrelado por Joaquin Phoenix, Joker vem levantando a curiosidade do público desde a primeira imagem lançada. Prêmios em festivais, e rumores de indicação ao Oscar, e críticas sobre a violência contida só aumentaram as expectativas. A pergunta que ficou, é claro, é se realmente o filme que se propôs a contar a origem do maior vilão do Batman, é ou não essas Coca-Cola toda. Bom, isso é o que vamos discutir aqui.

Como eu disse na página assim que assisti ao filme, “Joker não é um filme ”fastfood”, que você come de forma rápida, e sim uma refeição requintada e completa que precisa ser saboreada”. A trama aborda todo o lado psicológico de um homem que sofre de distúrbios comportamentais, que lida com o fracasso, a mentira, o anonimato, a decepção e o abandono. Logo após enfrentar adversidades que impactam diretamente a sua sanidade, surgem consigo a demência, a esquizofrenia e o sadismo.

A frase “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe” de Rosseau, se encaixa perfeitamente aqui. Arthur Fleck é um comediante fracassado que sofre de um distúrbio comportamental que o faz dar gargalhadas quando está nervoso, ou sob pressão. Após ser demitido do seu trabalho, Arthur é confrontado no metrô a caminho de casa por três homens que o agridem de forma verbal e física por causa de sua risada. Em forma de defesa, Arthur mata os três. O pior disso tudo é que ele acaba gostando, e isso se torna natural para ele, sendo um start para toda a loucura que virá.

Assim como o Thanos e Grindelwald, Arthur tem a completa convicção de estar fazendo a coisa certa, e é aqui onde mora o perigo, pois os vilões mais perigosos são aqueles que acham que são os verdadeiros heróis. Acreditam que seus atos, mesmo que cruéis, são plausíveis.

Sobre a polêmica gerada em cima da violência, ela se reflete mais sobre as motivações do personagem do que pela violência em si. Enquanto nos EUA ele recebeu a classificação +18, aqui a categoria foi para +16. Acho que o fato de assistirmos programas policiais na hora do almoço pesou um pouco nessa decisão. 

Sobre a fidelidade ao material base, o filme se mostra bastante coerente, mas apresentado algo original. Arthur Fleck não é o Coringa que conhecemos, ele não caiu dentro de um tonel de produtos químicos e perdeu a pigmentação da pele. Ele é tido aqui como o primeiro, que iniciou a ideia por trás do palhaço do crime. O filme termina deixando exatamente a sensação de que qualquer um em Gotham poderá ser o Coringa, e esse é grande mistério que o Batman nunca resolveu.

A trilha sonora é envolvente, e nos ajuda a imergir na história. Pouco a pouco entramos na mente do personagem, e passamos a ver pelos olhos dele tudo que ele passou. Ele toca em feridas da sociedade, e nos tira da zona de conforto, me deixando na ponta da cadeira, apreensivo do início ao fim com viradas e descobertas surpreendentes, e um desfecho sensacional que se torna a cereja do bolo.

Joaquin Phoenix está espetacular, e não temo em dizer que ele é um fortíssimo candidato ao Oscar por esse papel icônico.

O filme também conta com diversos easter eggs sabiamente utilizados, sendo que um deles é capaz de deixar no ar uma possível ligação com o DCU. 

Por fim, gostei bastante do filme, mas não acho que seja para todos os públicos. Ele tem cara de cinema de arte, contando com um tom completamente diferente do que vimos no gênero até agora. Fiquei com vontade de assistir novamente, e essa é para mim a melhor sensação ao ver um filme. Seria muita pretensão minha dizer que é o melhor filme do ano, mas com certeza tem a melhor atuação.

  1. Trailer

  1. Informações
Título Original: Joker
Data de lançamento: 3 de outubro de 2019 (2h 02min)
Direção: Todd Phillips
Elenco: Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz
Gênero: Drama
Nacionalidades: EUA e Canadá

Cearense com gosto de gás! CEO do Callango Nerd, cinéfilo, crítico, redator, desenhista, designer gráfico, professor de Cearensês e Mestre Jedi na arte de fazer piada ruim.


JOKER | Confira nossa primeira análise

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Hype enorme há meses e com várias premiações em festivais de cinema antes mesmo de estrear, o filme Joker se mostra condizente com sua expectativa.

O drama baseado na origem do arqui-inimigo de Batman nos faz acompanhar a jornada do sofrimento e descoberta de Arthur Fleck, palhaço animador de festas com mais de 30 anos, que ainda mora com sua mãe no subúrbio de uma Gotham City oitentista e marginalizada. Apesar das agrúrias, que não são poucas, Fleck sonha em ser um comediante famoso, uma vez que sua mãe idosa e doente lhe incutiu a ideia de que nasceu para alegrar as pessoas.

Mas como disse anteriormente a jornada de Fleck é uma jornada de descoberta sobre si mesmo, algo que o diretor Todd Phillips desde o início da obra nos mostra o quanto é difícil. Pois a cada surra que o protagonista recebe, a cada ato impensado que leva a outro erro, a narrativa faz o espectador desenvolver empatia pelo sofrido Arthur.

Entretanto, estes desacertos em sequência na vida de Fleck não estão simplesmente ligados para a queda, tal qual uma carreira de dominós. Não amigas e amigos leitores, eles levam como por mágica ou pela mesma entropia do caos, para o nascimento de um movimento popular e crítica social.

A partir do momento que Fleck decide revidar ao bullyng sofrido por 3 jovens no metrô, vindo a matá-los, a mídia predatória de Gotham transforma o incidente numa discussão sobre luta de classes, fazendo com que os milhares de sofridos e excluídos sociais formem manifestações contra os ricos, adotando a imagem de palhaços.

Enquanto isso, Arthur Fleck descobre segredos de seu passado, sobre a sanidade de sua mãe e... (Essa parte é boa), por não conseguir mais seus medicamentos por corte de orçamento da prefeitura, aceita e abraça sua esquizofrenia. Ou seja, além de sua demissão, surras, assassinato, mentiras do passado, ele descobre que até as poucas coisas boas de sua vida eram invenções de sua mente doente.

Ponto alto da trama é o desabafo de nosso anti-herói durante sua participação no talk show de Murray Franklin (Roberto Deniro) onde sintetiza em seu discurso a aversão pela desigualdade das pessoas de Gotham e a ineficiência do poder público com os mais carentes, culminando com o homicídio a sangue frio do apresentador do programa de forma televisionada.

Cenas fortes de violência física e psicológica são momentos marcantes na trama, e o que levou o longa à classificação etária de 16 anos. Impactantes e verossímeis algumas vezes nos fazem pular da cadeira.

Ademais, o trabalho de atuação de Joaquin Phoenix está esplêndido. Com todas as nuances necessárias nas expressões corporais, faciais, de voz e de gestos. A criação de um Coringa com uma risada incontrolável e uma dança excêntrica em momentos de excitação foi fantástica. Você com certeza vai embarcar na “viagem” de Joker nestes momentos.

A direção de arte assinada por Mark FriedBerg está ótima. Nos mostrando uma Gotham escura e de matiz cinza, por vezes com outras cores mortas. A cenografia e produção que contam com Bradley Cooper e Emma Tillinger Koskoff é inspirada num subúrbio pobre americano da década de 1980 para representar a cidade.

A trilha sonora nos arremete a clássicos hollywwodianos do início do século XX, transitando para um violino com uma pegada eletrônica nas cenas de êxtase de loucura de Fleck. Ambos condizentes com os sonhos e delírios do protagonista. Momentos que são convites a arrepios nas costas.

Não queria chegar ao ponto de comparar o trabalho de Joaquin Phoenix com o de Heath Ledger ao interpretarem o mesmo personagem, pois Ledger marcou mesmo não tendo um filme solo, portanto com menos tempo de tela. Mas devo dizer que Phoenix honrou o manto do Coringa com uma interpretação indiscutivelmente memorável. Tornando assim o filme Joker um filme para se emocionar e refletir de diversos modos.

  1. Trailer

  1. Informações
Título Original: Joker
Data de lançamento: 3 de outubro de 2019 (2h 02min)
Direção: Todd Phillips
Elenco: Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz
Gênero: Drama
Nacionalidades: EUA e Canadá

Memezeiro, escritor, pai e amigo de um magote de fuleiro. CEO do EagoraCast Podcast, parceiro Callango Nerd.


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