Maze Runner: A Cura Mortal | Vale ou não à pena assistir? Leia nossa crítica


Antes de tudo quero agradecer o convite dos nossos amigos do Espaço/Z para assistir ao final desta saga, também, deixar claro que não li nenhum dos livros, minha crítica será baseada inteiramente nos filmes. Então simbora!

Título original: Maze Runner: The Death Cure
Distribuidor: Fox Film do Brasil
Data de lançamento: 25 de janeiro de 2018
Duração: 2 horas e 21 minutos
Direção: Wes Ball
Elenco: Dylan O'Brien, Ki Hong Lee, Kaya Scodelario, Aidan Gillen
Gêneros Ficção científica, Aventura
Nacionalidade EUA

Depois de Thomas (Dylan O'Brie) e seus amigos passarem por um labirinto com monstros gigantes, se descobrirem dentro das instalações da CRUEL, uma organização com a função de pesquisar a cura para o Fulgor (um vírus responsável por transformar humanos em Cranks, uma espécie de zumbis), de serem resgatados por um exército que diz querer ajudá-los mas na verdade realizam novas e piores experiências com eles, de fugirem para o deserto com Cranks por toda parte, em busca de rebeldes contrários à CRUEL de serem traídos por Teresa (a paixonite de Thomas) e perderem importantes integrantes do grupo, entre eles o corajoso Minho (Ki Hong Lee)… agora, em Maze Runner: A Cura Mortal, Thomas é perseguido pelo exército chefiado por Mindinho… ops… Janson (Aidan Gillen), enquanto lidera uma expedição em busca de Minho, através dos altos muros da Última Cidade até a matriz da CRUEL, e termina se deparando com uma importante descoberta sobre tudo o que está acontecendo.

Dos três filmes é com certeza o mais recheado com cenas de ação, daquelas bem mentirosas e trabalhosas. Não é a toa que Dylan se acidentou, com certeza participando de uma dessas sequências com muita adrenalina, digna de filmes como Missão Impossível ou Velozes e Furiosos.

O mundo pós apocalíptico repleto de seres zumbificados a la Resident Evil continua. Thomas veste de vez a camisa de líder e promove uma verdadeira força tarefa para resgatar Minho. Eu achei isso genial! Cá pra nós, o Minho é de longe o personagem mais interessante e mais f****stico da saga. Agora, quanto a personagem que creio eu seja a mais odiada, vou mentir não, tô do lado da Teresa (Kaya Scodelario), eles vão fazer o quê? Esperar o mundo todo virar uns doidim raivoso e ficar para sempre dançando quadrilha com os Cranks?! Tá certo, a lavagem cerebral mal feita de “CRUEL é bom!” é demais, assim como sequestrar crianças e jogar dentro de um labirinto. Mas a busca pela cura deve continuar!

Achei muitos furos na trama. Pensei que o terceiro e último filme da saga vinha respondendo todas as perguntas geradas ao longo da história. Como de onde vêm todas essas crianças? Certo, dos labirintos, mas e antes dos labirintos? De onde veio o vírus? Foi a CRUEL que criou? O mundo todo estava dizimando ou novamente era só os Estados Unidos? Os Verdugos picavam os garotos com o vírus ou era um outro tipo de veneno? Por que o Thomas sendo imune, não estava a mais tempo no labirinto? Ou o por quê dele trabalhar na CRUEL se ele é menor de idade? Ele era estagiário? Estas perguntas ainda me consomem!

Não sei bem se vale a pena assistir. O filme é um bom entretenimento. Mais um do estilo pós apocalíptico adolescente que têm agradado ao grande público, com direito até a um triângulo platônico amoroso. Me desculpem os fanáticos da série, mas a história tinha muito mais potencial no início. Uma pena não ter sido melhor desenvolvida. Vale mais a pena assistir para quem já vinha acompanhando a saga e deseja um fechamento. Se você ainda não assistiu a nenhum dos filmes, se limite ao primeiro que já está de bom tamanho!



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