A VIGILANTE DO AMANHÃ: GHOST IN THE SHELL | Vale ou não a pena assistir?



A convite do EspaçoZ fui conferir Ghost in the Shell. Esse é um daqueles filmes "pauleira" onde a gente fica imaginando até onde a tecnologia é capaz de chegar. Nada a ver com máquinas dominando os humanos, e sim sobre a nossa dependência da tecnologia. 





Título original: Ghost in The Shell
Data de lançamento: 23 de março de 2017 (1h 47min)
Direção: Rupert Sanders
Elenco: Scarlett Johansson, Juliette Binoche, Pilou Asbæk, Michael Pitt, Takeshi Kitano
Gêneros: Ação, Ficção Científica
Nacionalidade: EUA
Distribuidor: UNIVERSAL PICTURES
Ano de produção: 2017


O filme se passa em um futuro não tão distante, em um mundo onde as pessoas têm seus cérebros ligados a computadores e podem fazer downloads das habilidades que quiserem. Podem se aperfeiçoar trocando partes dos seus corpos por partes artificiais com funcionalidades mais eficazes. Um ouvido melhor, visão mais apurada, uma aparência mais perfeita, aprender um novo idioma em segundos, ou até mesmo virar perito em determinada arte marcial... Tudo é possível! Basta fazer um upgrade do que você deseja, ou trocar por uma peça que lhe agrade mais. Como um fígado condenado por um artificial (Para "Beber, cair e levantar! Beber, cair! Levantar, beber, cair..." Êêê pinguçaiada!). 


Nesse futuro encontramos a nossa heroína, Major Mira (Scarlett Johansson), chamada a maior parte do tempo de "Major". É a única da sua espécie, teve seu cérebro implantado em um corpo artificial, pela Dra. Ouelet (Juliette Binoche) e sua equipe, empregados da Hanka Corporation. Sempre que se encontram, Dra. Ouelet lembra que dentro dela tem uma alma de verdade. Foi daí, acredito eu, o nome Ghost in the Shell, alma dentro do casulo, por assim dizer. Trabalha com seu parceiro Batou (Pilou Asbækpara uma organização do governo chamada de "Sessão 9", chefiada por Daisuke Aramaki (Takeshi Kitano), eles são responsáveis pelos crimes cibernéticos que acontecem com frequência nesse mundo altamente tecnológico, pois como as mentes das pessoas são conectadas, ficam também mais suscetíveis a serem hackeadas. Acontece que alguém chamado Kuze (Michael Pitt) começa a hackear pessoas para matar outras pessoas, e durante essa investigação Major começa a descobrir coisas sobre o seu passado que nem imaginava existir. E que nem tudo que imaginava ser real era verdade. 


Filme excelente que nos faz questionar o nosso futuro mediante ao avanço rápido da tecnologia. Já pensou você poder alterar o que você quiser em você? Se quiser ouvir melhor, ver melhor, comer melhor (He he he! Vai Lobo Mau!), é só pagar por um upgrade e pronto! Seus filhos são feios e burros? Melhore a genética deles! Aprenda um novo idioma em segundos! Ou até mesmo virar perito em determinada arte marcial! Eu, acho que a primeira coisa que seria tentada em mudar em mim seria a minha coordenação. Se jogarem algum objeto pra mim e eu for capaz de aparar com as mãos sem ficar roxa, já fico feliz!

Com excelentes efeitos visuais, que em IMAX, são capazes de tirar o fôlego de qualquer um!

Senti falta de um pouquinho mais de violência. Um sanguezinho a mais não faz mal a ninguém. Estamos precisando de doação de sangue nos filmes hoje em dia,  ou será que o Tarantino usa todo o que tem?

Na minha humilde opinião, vale a pena assistir sim! Tanto pelo tema que aborda. Bem filosófico! Como pela qualidade do filme. Apesar de muitos terem opinião contrária por terem atores ocidentais no filme, não acho que a história perdeu em nada o seu charme. Scarlett se garantiu trazendo essa nova versão da Lucy.


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